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Um matadouro legalizado

É incompreensível o drama de famílias que recorrem ao espaço que deveria ser da natalidade, mas que se transformou em casa dos horrores: a maternidade Evangelina Rosa. A denúncia feita pela deputada estadual Teresa Britto, do registro de 30 mortes de bebês, num mês, só reforça a certeza de que nada, mas absolutamente nada, se fez, seja através do Executivo ou dos órgãos de fiscalização e controle, para dar um basta nessa situação de verdadeiro holocausto. Toni Rodrigues traz a informação de que em cinco meses o número de bebês mortos pode passar de 120, lembrando situação assustadora porque vive a velha maternidade do Estado, até porque há registro também de óbitos de parturientes, numa escalada sem fim. Não é preciso voltar no passado, mas basta citar os casos de 2017 para cá que fazem crer que as mortes desses seres humanos poderiam ser evitadas se a gerência do espaço tivesse preocupação efetiva em dotar a maternidade de condições adequadas. Corroborando com o que se denunciou aqui, Toni Rodrigues abriu espaço em seu site dizendo: “Não há sinais de que as coisas tenham mudado”. De fato, não se tem conhecimento da melhoria no atendimento desse matadouro (perdão, leitor!) e tampouco do resultado das ações ditas profiláticas praticadas pelo Ministério Público. E, para azar de quem precisa dos serviços da maternidade, também não se sabe de qualquer decisão tomada pelo governador do Estado. Não são os críticos – como este jornalista – que pedem mudanças, sobretudo do comando da maternidade. Quem clama por isso são os próprios médicos, os funcionários, que se veem obrigados a conviver num ambiente tétrico, que denunciam diariamente os problemas estruturais, onde falta o básico, inclusive água. Pior, o setor de covid está misturado aos demais. Lamentavelmente, no estilo de trocar cargos no governo por apoio político, Wellington Dias deve achar tudo normal, porque não se justifica manter um ex-prefeito derrotado em sua cidade em cargo que caberia um especialista. Então, por todo esse quadro dantesco, não é exagero da deputada colocar a responsabilidade direta no próprio chefe do governo que, infelizmente, a lei não o alcança e a maternidade pública do estado segue como um matadouro (de seres humanos) legalizado.  


A médica Luana Araújo participou da CPI da Pandemia (Foto: Sérgio Lima / Poder 360)

Fim do Governo

A oposição formou grande coalizão para defenestrar Netanyahu do poder, em Israel.
O que falta no Brasil?

Chama aí!

Vem cá, os que chamam Bolsonaro de genocida, já repararam quantos bebês e suas mães têm morrido na maternidade Evangelina Rosa, em Teresina?
Que nome se dá ao responsável por isso?

Lá vem!

Ontem, o “japonês” da Federal foi bater à porta do governador do Amazonas, deu um baculejo atrás de provas de suposta corrupção com dinheiro recebido para o combate à covid-19.
Como essas visitas parecem ser aleatórias, melhor os outros dormirem com um olho aberto direto à porta da rua.

Alô, Pessoa!

As estações de ônibus que a gestão passada construiu com o dinheiro do contribuinte estão servindo de abrigo pra usuários de drogas, que dormem tranquilamente a luz do dia com o ar-condicionado ligado.
Se quiser ver, basta o prefeito ir tomar um café pelos terminais da avenida Henry Wall de Carvalho. 

Filhos órfãos

A coluna recebeu denúncia de que a previdência do Piauí, não está liberando pensão para os filhos deficientes dos pais que morreram de Covid.
A primeira dama, deputada federal Rejane Dias, que se importa com pessoas especiais, poderia dar uma cutucada no marido para que ele veja o que está ocorrendo.

Perdendo tempo

A deputada Teresa Britto está anunciando que entrará com uma  Ação Civil Pública contra o governador Wellington Dias e contra o secretário de Saúde, Florentino Neto, responsabilizando-os pela quantidade de óbitos de bebês e suas mães, registrada na Maternidade Evangelina Rosa.
Não seria melhor rezar?

Sem oxigênio

Bom é o sarro que os piauienses tiraram com a derrota do São Paulo para o 4 de Julho, de Piripiri, anteontem, no Albertão, pela Copa do Brasil.
Os paulistas perderam porque jogaram na ‘altitude dos 3 andares’.

Alô, Rios!

Servidores municipais têm se queixado de não conseguirem fazer empréstimos consignados porque na Caixa Econômica e Banco do Brasil alegam que falta a Secretaria de Administração emitir uma senha.
“Toda semana, na Sema só dizem pra gente voltar na próxima semana”, denuncia um servidor.

Olha aí!

Com o problema entre prefeitura e empresas de transporte coletivo, a população está apelando para o transporte clandestino.

A musa

Com as mesuras com que foi tratada, a médica infectologista Luana Araújo vai virar a ‘musa da CPI’, cujos senadores – a maioria ignorante em matéria de ciência – chamaram de mentirosos os que eles achavam que mentiam nos depoimentos.

Salamaleques

Cheio de salamaleques e numa polidez tão exagerada em direção à médica, o presidente da CPI Omar Aziz chegou a dizer: “doutora Luana a senhora é o feixe de luz”.

Timon na frente

Todos os elogios para a prefeita de Timon, Dinair Veloso. Ela resolveu liberar vacina contra a covid-19 para todas as idades e o trabalho se estende até a meia-noite.
A constatação de que com vontade política, tudo pode.

Enquanto isso...

Em Teresina a vacinação está paradinha que nem água de poço. Não é exagerado dizer que tem gente se vacinando na ‘peixada’, ou seja, com as amizades consegue.
O trabalho poderia estar bem adiantado.

Na faixa

Até ontem, a vacinação em Teresina havia estacionado na faixa etária dos 60.
Então, quem pode – e tem amigos influentes – está arrumando atestado de comorbidade.

Copa América

Há 103 anos o Brasil se recusou a sediar a Copa América, por causa da pandemia da gripe espanhola, em 1918.
Hoje, chegando aos 500 mil mortes por covid-19, o governo brasileiro teima em realizar o torneio que os demais países rejeitaram.
Acaba não, mundão!

Eleições proporcionais

Ainda que um tanto distante, a eleição de 2022 começa a inquietar os políticos e bater o desespero em muitos deputados – federais e estaduais.
Porque não haverá aliança proporcional, muitos já tem certeza de que se não mudarem de partido, não se reelegerão.

Drama no MDB

Dentro do MDB a situação está na base de um olhar desconfiado para o outro, porque os atuais deputados estaduais já sabem quem, efetivamente, tem chance de eleição.
Porque dos atuais seis parlamentares, o partido só conseguirá eleger no máximo quatro.

Cavando vaga

Não é sem sentido que dentro do próprio MDB tem deputado tentando emplacar a candidatura de Themistocles Filho a vice-governador – seja de que lado for – para ficar com os colégios eleitorais do presidente da Assembleia Legislativa.
O desespero de dois deles com o receio de perder o mandato já é visível.

Quem fica, quem segue

A bancada do MDB atualmente é de seis deputados: Themistocles Filho, Severo Eulálio, Pablo Santos, José Santana, Henrique Pires e João Madison.
Os quatro primeiros têm aparente chance.

Live

Hoje, o governador do Piauí, Wellington Dias participará de uma live do XXXIII Fórum Nacional sobre a Pandemia e a Crise Estadal, uma visão do Piauí e Santa Catarina.
Na mesma vibe o economista Raul Veloso, Leonardo Rolim, presidente do INSS e Adircélio Ferreira Jr, presidente do TCE de Santa Catarina.
Às 11 horas. 

Ping-Pong
Não olha para mim

Eleitor aflito chega para José Maria Alkmin, agoniado com a conta da maternidade.

Eleitor: “Doutor Alkmin, meu filho nasceu. Eu estava desprevenido e não tenho dinheiro para pagar o hospital”.
Alkmin: “Meu caro, se você que sabia nove meses antes do parto foi pego de surpresa, imagina eu que só agora soube”.

Contado no livro de folclore político de Sebastião Nery.

Expressas

A empresa Latam vai retomar os voos diretos entre as cidades de Teresina-PI e Fortaleza-CE a partir de 1º de julho.  

A Fundação Wall Ferraz está disponibilizando dois novos cursos na área de hotelaria: “Práticas para Camareira de Hotelaria” e “Práticas para Recepcionista de Hotelaria”.

O Piauí recebeu ontem 86.750 vacinas da AstraZeneca/FioCruz. Pessoas com comorbidades, deficiência permanente e trabalhadores da educação receberão as doses. 

É incompreensível o drama de famílias que recorrem ao espaço que deveria ser da natalidade, mas que se transformou em casa dos horrores: a maternidade Evangelina Rosa. A denúncia feita pela deputada estadual Teresa Britto, do registro de 30 mortes de bebês, num mês, só reforça a certeza de que nada, mas absolutamente nada, se fez, seja através do Executivo ou dos órgãos de fiscalização e controle, para dar um basta nessa situação de verdadeiro holocausto. Toni Rodrigues traz a informação de que em cinco meses o número de bebês mortos pode passar de 120, lembrando situação assustadora porque vive a velha maternidade do Estado, até porque há registro também de óbitos de parturientes, numa escalada sem fim. Não é preciso voltar no passado, mas basta citar os casos de 2017 para cá que fazem crer que as mortes desses seres humanos poderiam ser evitadas se a gerência do espaço tivesse preocupação efetiva em dotar a maternidade de condições adequadas. Corroborando com o que se denunciou aqui, Toni Rodrigues abriu espaço em seu site dizendo: “Não há sinais de que as coisas tenham mudado”. De fato, não se tem conhecimento da melhoria no atendimento desse matadouro (perdão, leitor!) e tampouco do resultado das ações ditas profiláticas praticadas pelo Ministério Público. E, para azar de quem precisa dos serviços da maternidade, também não se sabe de qualquer decisão tomada pelo governador do Estado. Não são os críticos – como este jornalista – que pedem mudanças, sobretudo do comando da maternidade. Quem clama por isso são os próprios médicos, os funcionários, que se veem obrigados a conviver num ambiente tétrico, que denunciam diariamente os problemas estruturais, onde falta o básico, inclusive água. Pior, o setor de covid está misturado aos demais. Lamentavelmente, no estilo de trocar cargos no governo por apoio político, Wellington Dias deve achar tudo normal, porque não se justifica manter um ex-prefeito derrotado em sua cidade em cargo que caberia um especialista. Então, por todo esse quadro dantesco, não é exagero da deputada colocar a responsabilidade direta no próprio chefe do governo que, infelizmente, a lei não o alcança e a maternidade pública do estado segue como um matadouro (de seres humanos) legalizado.  


A médica Luana Araújo participou da CPI da Pandemia (Foto: Sérgio Lima / Poder 360)

Fim do Governo

A oposição formou grande coalizão para defenestrar Netanyahu do poder, em Israel.
O que falta no Brasil?

Chama aí!

Vem cá, os que chamam Bolsonaro de genocida, já repararam quantos bebês e suas mães têm morrido na maternidade Evangelina Rosa, em Teresina?
Que nome se dá ao responsável por isso?

Lá vem!

Ontem, o “japonês” da Federal foi bater à porta do governador do Amazonas, deu um baculejo atrás de provas de suposta corrupção com dinheiro recebido para o combate à covid-19.
Como essas visitas parecem ser aleatórias, melhor os outros dormirem com um olho aberto direto à porta da rua.

Alô, Pessoa!

As estações de ônibus que a gestão passada construiu com o dinheiro do contribuinte estão servindo de abrigo pra usuários de drogas, que dormem tranquilamente a luz do dia com o ar-condicionado ligado.
Se quiser ver, basta o prefeito ir tomar um café pelos terminais da avenida Henry Wall de Carvalho. 

Filhos órfãos

A coluna recebeu denúncia de que a previdência do Piauí, não está liberando pensão para os filhos deficientes dos pais que morreram de Covid.
A primeira dama, deputada federal Rejane Dias, que se importa com pessoas especiais, poderia dar uma cutucada no marido para que ele veja o que está ocorrendo.

Perdendo tempo

A deputada Teresa Britto está anunciando que entrará com uma  Ação Civil Pública contra o governador Wellington Dias e contra o secretário de Saúde, Florentino Neto, responsabilizando-os pela quantidade de óbitos de bebês e suas mães, registrada na Maternidade Evangelina Rosa.
Não seria melhor rezar?

Sem oxigênio

Bom é o sarro que os piauienses tiraram com a derrota do São Paulo para o 4 de Julho, de Piripiri, anteontem, no Albertão, pela Copa do Brasil.
Os paulistas perderam porque jogaram na ‘altitude dos 3 andares’.

Alô, Rios!

Servidores municipais têm se queixado de não conseguirem fazer empréstimos consignados porque na Caixa Econômica e Banco do Brasil alegam que falta a Secretaria de Administração emitir uma senha.
“Toda semana, na Sema só dizem pra gente voltar na próxima semana”, denuncia um servidor.

Olha aí!

Com o problema entre prefeitura e empresas de transporte coletivo, a população está apelando para o transporte clandestino.

A musa

Com as mesuras com que foi tratada, a médica infectologista Luana Araújo vai virar a ‘musa da CPI’, cujos senadores – a maioria ignorante em matéria de ciência – chamaram de mentirosos os que eles achavam que mentiam nos depoimentos.

Salamaleques

Cheio de salamaleques e numa polidez tão exagerada em direção à médica, o presidente da CPI Omar Aziz chegou a dizer: “doutora Luana a senhora é o feixe de luz”.

Timon na frente

Todos os elogios para a prefeita de Timon, Dinair Veloso. Ela resolveu liberar vacina contra a covid-19 para todas as idades e o trabalho se estende até a meia-noite.
A constatação de que com vontade política, tudo pode.

Enquanto isso...

Em Teresina a vacinação está paradinha que nem água de poço. Não é exagerado dizer que tem gente se vacinando na ‘peixada’, ou seja, com as amizades consegue.
O trabalho poderia estar bem adiantado.

Na faixa

Até ontem, a vacinação em Teresina havia estacionado na faixa etária dos 60.
Então, quem pode – e tem amigos influentes – está arrumando atestado de comorbidade.

Copa América

Há 103 anos o Brasil se recusou a sediar a Copa América, por causa da pandemia da gripe espanhola, em 1918.
Hoje, chegando aos 500 mil mortes por covid-19, o governo brasileiro teima em realizar o torneio que os demais países rejeitaram.
Acaba não, mundão!

Eleições proporcionais

Ainda que um tanto distante, a eleição de 2022 começa a inquietar os políticos e bater o desespero em muitos deputados – federais e estaduais.
Porque não haverá aliança proporcional, muitos já tem certeza de que se não mudarem de partido, não se reelegerão.

Drama no MDB

Dentro do MDB a situação está na base de um olhar desconfiado para o outro, porque os atuais deputados estaduais já sabem quem, efetivamente, tem chance de eleição.
Porque dos atuais seis parlamentares, o partido só conseguirá eleger no máximo quatro.

Cavando vaga

Não é sem sentido que dentro do próprio MDB tem deputado tentando emplacar a candidatura de Themistocles Filho a vice-governador – seja de que lado for – para ficar com os colégios eleitorais do presidente da Assembleia Legislativa.
O desespero de dois deles com o receio de perder o mandato já é visível.

Quem fica, quem segue

A bancada do MDB atualmente é de seis deputados: Themistocles Filho, Severo Eulálio, Pablo Santos, José Santana, Henrique Pires e João Madison.
Os quatro primeiros têm aparente chance.

Live

Hoje, o governador do Piauí, Wellington Dias participará de uma live do XXXIII Fórum Nacional sobre a Pandemia e a Crise Estadal, uma visão do Piauí e Santa Catarina.
Na mesma vibe o economista Raul Veloso, Leonardo Rolim, presidente do INSS e Adircélio Ferreira Jr, presidente do TCE de Santa Catarina.
Às 11 horas. 

Ping-Pong
Não olha para mim

Eleitor aflito chega para José Maria Alkmin, agoniado com a conta da maternidade.

Eleitor: “Doutor Alkmin, meu filho nasceu. Eu estava desprevenido e não tenho dinheiro para pagar o hospital”.
Alkmin: “Meu caro, se você que sabia nove meses antes do parto foi pego de surpresa, imagina eu que só agora soube”.

Contado no livro de folclore político de Sebastião Nery.

Expressas

A empresa Latam vai retomar os voos diretos entre as cidades de Teresina-PI e Fortaleza-CE a partir de 1º de julho.  

A Fundação Wall Ferraz está disponibilizando dois novos cursos na área de hotelaria: “Práticas para Camareira de Hotelaria” e “Práticas para Recepcionista de Hotelaria”.

O Piauí recebeu ontem 86.750 vacinas da AstraZeneca/FioCruz. Pessoas com comorbidades, deficiência permanente e trabalhadores da educação receberão as doses. 

O bandido sim senhor! Catástrofe anunciada na segurança