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Campeãs de tudo? Martine e Kahena buscam título mundial de vela para coroar ano perfeito

Atuais campeãs olímpicas e líderes do ranking mundial, brasileiras da classe 49erFX disputam evento mais importante da temporada na Nova Zelândia


Foto: Valter França/COB

Cuidado para não perder a conta. Campeãs dos Jogos Pan-Americanos, do Campeonato Europeu, do evento-teste para a Olimpíada de Tóquio, do tradicional torneio Princesa Sofia e da Copa do Mundo de Miami. A temporada 2019 de Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX é impecável até aqui, e a partir da madrugada desta terça-feira (horário de Brasília), a dupla campeã olímpica busca o que seria o título mais importante para fechar o ano perfeito: o Campeonato Mundial, na Nova Zelândia.

- Acho que a visibilidade dos rivais em cima de você aumenta quando você ganha campeonatos, querem saber o que você faz de diferente, mas isso acontece em todos os esportes e temos que levar na esportiva e saber, às vezes, esconder o jogo. O Mundial é um campeonato importante. Acredito que todas estarão bem preparadas para esse campeonato - disse Kahena.


Kahena Kunze e Martine Grael levam o ouro na 49er da vela do Pan de Lima — Foto: Jonne Roriz / COB

Todos os títulos conquistados nesta temporada colocam a dupla na primeira posição do ranking mundial com 942 pontos. A segunda posição é da dupla da Nova Zelândia, Alexandra Maloney e Molly Meech, com 868. As rivais vão atuar em casa, já que Auckland é sede do Mundial. As brasileiras estão há quase um mês no local para entender as correntes de água e o vento:

- Estamos treinando aqui há mais de três semanas, e as condições estavam bem diferentes das que encontramos no Japão (local da Olimpíada). Vamos ter oito opções de raias, e eles escolherão a melhor para cada dia dependendo das condições. Cada local tem sua particularidade. Dependendo da geografia as correntes são diferentes, os ventos e swell também mudam - disse Kahena.

Com quatro medalhas na história dos Mundiais, que começaram a ser disputados em 2013, a dupla brasileira é a mais vitoriosa da categoria. Mas o equilíbrio é a tônica da classe, que nunca teve uma parceria campeã duas vezes. Em 2013, deu Nova Zelândia, no ano seguinte, Brasil. Em 2015 as italianas foram campeãs e, em 2016, deu Espanha. Em 2017, o título foi da Dinamarca e, no ano passado, quem levou a melhor foram as holandesas.


Martine e Kahena porta-bandeira do Brasil Pan de Lima — Foto: Wander Roberto/COB

Além de Martine e Kahena, o Brasil compete nas classes 49er, com a dupla Marco Grael/Gabriel Borges, e Nacra 17, com João Siemsen/Isabel Swan e Samuel Albrecht/Gabriela Nicolino de Sá.


Foto: Valter França/COB

Cuidado para não perder a conta. Campeãs dos Jogos Pan-Americanos, do Campeonato Europeu, do evento-teste para a Olimpíada de Tóquio, do tradicional torneio Princesa Sofia e da Copa do Mundo de Miami. A temporada 2019 de Martine Grael e Kahena Kunze na classe 49erFX é impecável até aqui, e a partir da madrugada desta terça-feira (horário de Brasília), a dupla campeã olímpica busca o que seria o título mais importante para fechar o ano perfeito: o Campeonato Mundial, na Nova Zelândia.

- Acho que a visibilidade dos rivais em cima de você aumenta quando você ganha campeonatos, querem saber o que você faz de diferente, mas isso acontece em todos os esportes e temos que levar na esportiva e saber, às vezes, esconder o jogo. O Mundial é um campeonato importante. Acredito que todas estarão bem preparadas para esse campeonato - disse Kahena.


Kahena Kunze e Martine Grael levam o ouro na 49er da vela do Pan de Lima — Foto: Jonne Roriz / COB

Todos os títulos conquistados nesta temporada colocam a dupla na primeira posição do ranking mundial com 942 pontos. A segunda posição é da dupla da Nova Zelândia, Alexandra Maloney e Molly Meech, com 868. As rivais vão atuar em casa, já que Auckland é sede do Mundial. As brasileiras estão há quase um mês no local para entender as correntes de água e o vento:

- Estamos treinando aqui há mais de três semanas, e as condições estavam bem diferentes das que encontramos no Japão (local da Olimpíada). Vamos ter oito opções de raias, e eles escolherão a melhor para cada dia dependendo das condições. Cada local tem sua particularidade. Dependendo da geografia as correntes são diferentes, os ventos e swell também mudam - disse Kahena.

Com quatro medalhas na história dos Mundiais, que começaram a ser disputados em 2013, a dupla brasileira é a mais vitoriosa da categoria. Mas o equilíbrio é a tônica da classe, que nunca teve uma parceria campeã duas vezes. Em 2013, deu Nova Zelândia, no ano seguinte, Brasil. Em 2015 as italianas foram campeãs e, em 2016, deu Espanha. Em 2017, o título foi da Dinamarca e, no ano passado, quem levou a melhor foram as holandesas.


Martine e Kahena porta-bandeira do Brasil Pan de Lima — Foto: Wander Roberto/COB

Além de Martine e Kahena, o Brasil compete nas classes 49er, com a dupla Marco Grael/Gabriel Borges, e Nacra 17, com João Siemsen/Isabel Swan e Samuel Albrecht/Gabriela Nicolino de Sá.