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Mais de 100 famílias são retiradas de áreas de risco em Teresina

A zona Sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona Sul com 27%

Nos últimos três dias, equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) removeram mais de 100 famílias em áreas de situação de risco por conta das chuvas e cheias dos rios em Teresina. 

Mais de 100 famílias são removidas de áreas de risco em Teresina (Foto: divulgação)

De acordo com a prefeitura de Teresina, somente a zona Sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona Sul com 27%. Diante disso, a Defesa Civil está atuando junto às SDUs e Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) para que as famílias que precisam ser retiradas das áreas afetadas possam ser devidamente atendidas. 

“Nós criamos um protocolo de atendimento em decorrência das enchentes. A Semcaspi, por meio das Gerências de Proteção Social, Defesa Civil e CRAS, está realizando a identificação destas famílias e dando os encaminhamentos junto as SDUs para que elas sejam inseridas no Programa Cidade Solidária, caso precisem ser removidas do local. A gestão da secretaria está dando todo o apoio, todo o suporte organizacional para que essas equipes atuem em todos os territórios”, afirmou o secretário Samuel Silveira, da Semcaspi.

Segundo o tenente Antônio Linhares, da Defesa Civil Municipal, os volumes dos rios estão sendo monitorados diariamente. “Segundo o último boletim que recebemos as medições apontam a redução dos níveis de água nos rios. E, desde que não haja aumento de chuva nas bacias dos rios, a tendência é diminuir os infortúnios. O que temos identificado são muitos alagamentos nas regiões ribeirinhas do rio Poti bem como alagamentos e desabamento de imóveis próximo a córregos e galerias. A população pode acionar o atendimento da Defesa Civil por meio do número 153”, disse.

As equipes dos CRAS, compostas por assistentes sociais, psicólogos e servidores, estão todas em campo, mobilizadas para atuar nesse momento de atendimento emergencial às famílias. 

“A primeira preocupação está em retirar as famílias dos locais de risco. As equipes de CRAS vão diretamente aos locais e buscam conscientizar as famílias para que elas aceitem sair de suas residências explicando que a vida delas está em risco. Após isso, as equipes explicam o benefício Cidade Solidária e também ajudam as essas pessoas a procurar residências para acolhimento ou aluguel. As equipes também identificam a necessidade das famílias em receber outros benefícios ofertados pela Semcaspi, como cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza”, explicou Larissa Rêgo, assistente social da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

A Semcaspi reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município.

*Com informações da PMT

Nos últimos três dias, equipes da Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Políticas Integradas (Semcaspi) e Superintendências de Desenvolvimento Urbano (SDUs) removeram mais de 100 famílias em áreas de situação de risco por conta das chuvas e cheias dos rios em Teresina. 

Mais de 100 famílias são removidas de áreas de risco em Teresina (Foto: divulgação)

De acordo com a prefeitura de Teresina, somente a zona Sudeste concentra 59% dos casos de desabrigamento, seguido da zona Sul com 27%. Diante disso, a Defesa Civil está atuando junto às SDUs e Centros de Referência em Assistência Social (CRAS) para que as famílias que precisam ser retiradas das áreas afetadas possam ser devidamente atendidas. 

“Nós criamos um protocolo de atendimento em decorrência das enchentes. A Semcaspi, por meio das Gerências de Proteção Social, Defesa Civil e CRAS, está realizando a identificação destas famílias e dando os encaminhamentos junto as SDUs para que elas sejam inseridas no Programa Cidade Solidária, caso precisem ser removidas do local. A gestão da secretaria está dando todo o apoio, todo o suporte organizacional para que essas equipes atuem em todos os territórios”, afirmou o secretário Samuel Silveira, da Semcaspi.

Segundo o tenente Antônio Linhares, da Defesa Civil Municipal, os volumes dos rios estão sendo monitorados diariamente. “Segundo o último boletim que recebemos as medições apontam a redução dos níveis de água nos rios. E, desde que não haja aumento de chuva nas bacias dos rios, a tendência é diminuir os infortúnios. O que temos identificado são muitos alagamentos nas regiões ribeirinhas do rio Poti bem como alagamentos e desabamento de imóveis próximo a córregos e galerias. A população pode acionar o atendimento da Defesa Civil por meio do número 153”, disse.

As equipes dos CRAS, compostas por assistentes sociais, psicólogos e servidores, estão todas em campo, mobilizadas para atuar nesse momento de atendimento emergencial às famílias. 

“A primeira preocupação está em retirar as famílias dos locais de risco. As equipes de CRAS vão diretamente aos locais e buscam conscientizar as famílias para que elas aceitem sair de suas residências explicando que a vida delas está em risco. Após isso, as equipes explicam o benefício Cidade Solidária e também ajudam as essas pessoas a procurar residências para acolhimento ou aluguel. As equipes também identificam a necessidade das famílias em receber outros benefícios ofertados pela Semcaspi, como cesta básica, kit acolhimento e kit limpeza”, explicou Larissa Rêgo, assistente social da Gerência de Proteção Social Básica da Semcaspi.

A Semcaspi reforça que os servidores da sede e unidades de referência estão funcionando em escala de trabalho para manutenção dos serviços essenciais à população. Lembra ainda que servidores dos grupos de risco foram afastados, conforme orientações das autoridades de saúde e por meio do Decreto Municipal nº 19.531 de 18 de março de 2020, que declara situação de emergência em saúde pública no município.

*Com informações da PMT