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Justiça condena 'Casal Styllos' a mais de doze anos de reclusão

A ação penal tem como base o Inquérito Policial registrado na 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Picos

O juiz titular da 4ª Vara da Comarca de Picos, Fabricio Paulo Cysne de Novaes, publicou a sentença contra Keila Regina Moreno de Sousa e Fabiano Silva Neves. O conhecido “Casal Styllos” foi condenado a 12 anos e 08 meses de reclusão em regime fechado, além de 120 dias-multa. A sentença foi dada nesta segunda-feira (09).

Fabiano Neves e Keila Moreno (Foto:Reprodução Arquivo Pessoal)

Eles são acusados de oferecer serviços de realização de festas de formatura e obterem para si vantagem ilícita em prejuízo de inúmeras vítimas, alunos de vários Institutos e Cursos de Ensino Superior do município de Picos, segundo a decisão. 

A ação penal tem como base o Inquérito Policial registrado na 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Picos. A denúncia foi oferecida no dia 18 de dezembro de 2012 e recebida no dia 21 de janeiro de 2013.

De acordo com a sentença “o Ministério Público apresentou suas alegações finais e pediu a condenação dos réus acusados pela prática de nove crimes de estelionato em concurso material (nove turma de formandos) e em continuidade delitiva (contra cada aluno – vítima – de uma mesma turma de formandos)”.

O magistrado entendeu como provada a materialidade e a autoria delitiva do crime, com base nos depoimentos e boletins de ocorrências registrados pelas vítimas. Além disso foram apresentados provas documentais consistentes comprovando que Fabiano Neves e Keila Moreno recebiam valores mensais dos contratantes.

Caso Styllos

Entre o segundo semestre do ano de 2010 e o segundo semestre do ano de 2011, os réus Keila Moreno e Fabiano Neves foram acusado de estelionato em várias turmas de instituições de ensino superior na cidade de Picos. 

O casal era proprietário da empresa que prestava serviços de festas de formaturas, sendo que Fabiano era diretor administrativo da empresa e Keila era sócia-administradora da empresa Styllos.

No dia 11 de setembro de 2011, os acusados fecharam a empresa repentinamente em Teresina e foram embora sem prestar os serviços acordados com as turmas.

Veja a sentença

O juiz titular da 4ª Vara da Comarca de Picos, Fabricio Paulo Cysne de Novaes, publicou a sentença contra Keila Regina Moreno de Sousa e Fabiano Silva Neves. O conhecido “Casal Styllos” foi condenado a 12 anos e 08 meses de reclusão em regime fechado, além de 120 dias-multa. A sentença foi dada nesta segunda-feira (09).

Fabiano Neves e Keila Moreno (Foto:Reprodução Arquivo Pessoal)

Eles são acusados de oferecer serviços de realização de festas de formatura e obterem para si vantagem ilícita em prejuízo de inúmeras vítimas, alunos de vários Institutos e Cursos de Ensino Superior do município de Picos, segundo a decisão. 

A ação penal tem como base o Inquérito Policial registrado na 3ª Delegacia Regional de Polícia Civil de Picos. A denúncia foi oferecida no dia 18 de dezembro de 2012 e recebida no dia 21 de janeiro de 2013.

De acordo com a sentença “o Ministério Público apresentou suas alegações finais e pediu a condenação dos réus acusados pela prática de nove crimes de estelionato em concurso material (nove turma de formandos) e em continuidade delitiva (contra cada aluno – vítima – de uma mesma turma de formandos)”.

O magistrado entendeu como provada a materialidade e a autoria delitiva do crime, com base nos depoimentos e boletins de ocorrências registrados pelas vítimas. Além disso foram apresentados provas documentais consistentes comprovando que Fabiano Neves e Keila Moreno recebiam valores mensais dos contratantes.

Caso Styllos

Entre o segundo semestre do ano de 2010 e o segundo semestre do ano de 2011, os réus Keila Moreno e Fabiano Neves foram acusado de estelionato em várias turmas de instituições de ensino superior na cidade de Picos. 

O casal era proprietário da empresa que prestava serviços de festas de formaturas, sendo que Fabiano era diretor administrativo da empresa e Keila era sócia-administradora da empresa Styllos.

No dia 11 de setembro de 2011, os acusados fecharam a empresa repentinamente em Teresina e foram embora sem prestar os serviços acordados com as turmas.

Veja a sentença