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Sindjor repudia decisão do TJ que proibiu Arimatéia Azevedo de exercer o Jornalismo

Corte concedeu prisão domiciliar ao jornalista, mas o impediu de trabalhar

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Piauí (Sindjor-PI), Luiz Carlos Oliveira, comentou a decisão do Tribunal de Justiça do Piauí de impedir que o jornalista Arimateia Azevedo exerça a profissão. Em audiência nesta quarta-feira (24), a Corte concedeu prisão domiciliar ao colunista do Portal AZ, que está na Penitenciária Irmão Guido, há mais de um mês.

Luiz Carlos destacou que o impedimento do exercício profissional de Arimatéia Azevedo é um atentado à liberdade de imprensa. 

Jornalista Arimatéia Azevedo (Foto: Portal AZ)

"Isso é mais uma arbitrariedade do judiciário piauiense. É lamentável! Como você tira a liberdade de exercer a profissão por um crime que ele não cometeu? Repudiamos veementemente essa supressão da liberdade de imprensa. Isso é um atentado à liberdade de imprensa e ao exercício do jornalista", disse.

O sindicalista pontuou ainda que todas os fatos acerca de Arimatéia estão sendo encaminhados para Associação Brasileira de Imprensa (ABI). 

“Os processos não estão prosseguindo. O sindicato vai sempre sair em defesa do estado democrático de direito, em defesa da liberdade de imprensa e expressão. Todas essas denúncias estamos encaminhando para a Associação Brasileira de Imprensa, que tem uma comissão de liberdade de imprensa, que se reúne constantemente para discutir os problemas que estão acontecendo contra jornalistas no Brasil”, disse. 

O presidente do Sindjor-PI citou também a perseguição que o judiciário piauiense está fazendo contra Arimatéia Azevedo. “Estamos dando encaminhamentos para que esse caso tenha repercussão nacional contra esse tipo de posicionamento e morosidade que o judiciário está praticando aqui no Piauí”, finalizou.

Ato

Jornalistas e estudantes de jornalismo realizaram um ato, na manhã desta terça-feira (23), em frente ao prédio do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), em defesa da liberdade do jornalista Arimatéia Azevedo, preso há mais de 40 dias na penitenciária Irmão Guido por um crime que não cometeu. O grupo empunhou faixas com "#ArimateiaLivre" e "#JornalismoLivre".

Jornalistas fizeram um ato em defesa da liberdade de Arimatéia Azevedo (Foto: Marcelo Gomes/Portal AZ)

O movimento, segundo a organização, se estendeu também em defesa da liberdade de imprensa e contra constantes perseguições sofridas pelos jornalistas oriundas das mais diversas autoridades do Estado. 

O desembargador Joaquim Dias de Santana Filho recebeu alguns membros do grupo na sede do TJ-PI. Na conversa, eles pediram pela prisão domiciliar de Arimatéia Azevedo e demonstraram preocupação acerca da perseguição que o jornalista vem sofrendo por denunciar poderosos no estado.

Matérias relacionadas:

Tribunal de Justiça do Piauí concede prisão domiciliar ao jornalista Arimatéia Azevedo

Profissionais da imprensa realizam ato no TJ e pedem liberdade de Arimatéia Azevedo

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Piauí (Sindjor-PI), Luiz Carlos Oliveira, comentou a decisão do Tribunal de Justiça do Piauí de impedir que o jornalista Arimateia Azevedo exerça a profissão. Em audiência nesta quarta-feira (24), a Corte concedeu prisão domiciliar ao colunista do Portal AZ, que está na Penitenciária Irmão Guido, há mais de um mês.

Luiz Carlos destacou que o impedimento do exercício profissional de Arimatéia Azevedo é um atentado à liberdade de imprensa. 

Jornalista Arimatéia Azevedo (Foto: Portal AZ)

"Isso é mais uma arbitrariedade do judiciário piauiense. É lamentável! Como você tira a liberdade de exercer a profissão por um crime que ele não cometeu? Repudiamos veementemente essa supressão da liberdade de imprensa. Isso é um atentado à liberdade de imprensa e ao exercício do jornalista", disse.

O sindicalista pontuou ainda que todas os fatos acerca de Arimatéia estão sendo encaminhados para Associação Brasileira de Imprensa (ABI). 

“Os processos não estão prosseguindo. O sindicato vai sempre sair em defesa do estado democrático de direito, em defesa da liberdade de imprensa e expressão. Todas essas denúncias estamos encaminhando para a Associação Brasileira de Imprensa, que tem uma comissão de liberdade de imprensa, que se reúne constantemente para discutir os problemas que estão acontecendo contra jornalistas no Brasil”, disse. 

O presidente do Sindjor-PI citou também a perseguição que o judiciário piauiense está fazendo contra Arimatéia Azevedo. “Estamos dando encaminhamentos para que esse caso tenha repercussão nacional contra esse tipo de posicionamento e morosidade que o judiciário está praticando aqui no Piauí”, finalizou.

Ato

Jornalistas e estudantes de jornalismo realizaram um ato, na manhã desta terça-feira (23), em frente ao prédio do Tribunal de Justiça do Piauí (TJ-PI), em defesa da liberdade do jornalista Arimatéia Azevedo, preso há mais de 40 dias na penitenciária Irmão Guido por um crime que não cometeu. O grupo empunhou faixas com "#ArimateiaLivre" e "#JornalismoLivre".

Jornalistas fizeram um ato em defesa da liberdade de Arimatéia Azevedo (Foto: Marcelo Gomes/Portal AZ)

O movimento, segundo a organização, se estendeu também em defesa da liberdade de imprensa e contra constantes perseguições sofridas pelos jornalistas oriundas das mais diversas autoridades do Estado. 

O desembargador Joaquim Dias de Santana Filho recebeu alguns membros do grupo na sede do TJ-PI. Na conversa, eles pediram pela prisão domiciliar de Arimatéia Azevedo e demonstraram preocupação acerca da perseguição que o jornalista vem sofrendo por denunciar poderosos no estado.

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