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Motorista de aplicativo revela momentos de terror ao ser abordado por criminosos com metralhadoras

Vítima diz que grupo mandou uma mensagem para os demais motoristas

Um motorista de transporte por aplicativo relatou, em áudios compartilhados nas redes sociais, que sofreu momentos de terror ao ser abordado por suspeitos de integrar a facção do Bonde dos 40 na Vila Santa Cruz, zona Sul de Teresina. 

Comandante da 2ª Companhia Independente do Promorar diz que está em diligências (Foto: Divulgação / PM)

De acordo com o motorista, ele estava encerrando uma viagem no bairro quando foi parado por cinco homens fortemente armados de metralhadoras. “Eu peguei uma senhora ali no Morada do Sol, na Vila Isabel, ela e umas quatro crianças, e íamos sentido Vila Santa Cruz. Chegando à residência dela, assim que entrei na rua, fui abordado por cinco caras fortemente armados com pistola e submetralhadoras que mandaram eu abaixar o vidro”, disse o motorista.

A vítima contou que o grupo, com armas apontadas para ele, pediu para que ele repassasse um recado para os demais motoristas de aplicativo que, por ventura, tivessem que fazer corridas pela região. 

“Um deles pediu para avisar para todos que trabalham como motoristas de aplicativo que quando fossem entrar na Vila Santa Cruz, independente de qualquer horário, mas principalmente a noite, que abaixassem os vidros na hora que entrassem lá, porque eles dizem que se não abaixarem os vidros eles podem atirar”, ressaltou. 

O homem afirmou que foi pressionado a passar a mensagem para os colegas de trabalho e, logo depois, foi liberado. “O negócio lá foi sério. Lá são os caras do bonde dos 40 e os caras da Vila Santa Cruz chegaram e arrodearam foi o carro, cada um armado com pistola e uma submetralhadora igual aquela da polícia. O negócio lá foi sério, mas não fizeram nada comigo, só mandaram eu ir embora e que mandasse esse recado”, disse.

Ouça o áudio:

O capitão Sousa Lima, da 2ª Companhia Independente do Promorar, é quem comanda o policiamento da região. Em entrevista ao Portal AZ, ele afirmou que ainda não tinha conhecimento dos áudios e que iria iniciar diligências no sentido de obter mais informações sobre a atuação desse grupo criminoso. 

“Infelizmente não temos a identificação desse motorista de aplicativo, queríamos até conversar com ele para saber qual foi o trecho da Vila Santa Cruz. A questão do armamento, nós já fizemos apreensões de pistola, até mesmo de policial, e calibre 12. Estamos checando essa questão de submetralhadora que ele fala aí [no áudio]. Estamos fazendo algumas diligências no local. Aqui não temos confronto de bandido com polícia, como geralmente acontece quando há a existência de uma facção criminosa. Aqui eles picham a parede, dizem que fazem parte, mas não têm aquelas ações de facções criminosas. Nós queremos apenas localizar os indivíduos principalmente na situação dessa arma [submetralhadora] que já é flagrante de delito. Não é para um cidadão comum estar andando com uma arma dessas”, explicou o policial. 

O comandante disponibilizou o contato: (86) 98851-2054 para quem tiver mais informações sobre o caso e possa colaborar com as investigações. Ele afirmou que a identidade será preservada e não será necessário abrir boletim de ocorrência.

Um motorista de transporte por aplicativo relatou, em áudios compartilhados nas redes sociais, que sofreu momentos de terror ao ser abordado por suspeitos de integrar a facção do Bonde dos 40 na Vila Santa Cruz, zona Sul de Teresina. 

Comandante da 2ª Companhia Independente do Promorar diz que está em diligências (Foto: Divulgação / PM)

De acordo com o motorista, ele estava encerrando uma viagem no bairro quando foi parado por cinco homens fortemente armados de metralhadoras. “Eu peguei uma senhora ali no Morada do Sol, na Vila Isabel, ela e umas quatro crianças, e íamos sentido Vila Santa Cruz. Chegando à residência dela, assim que entrei na rua, fui abordado por cinco caras fortemente armados com pistola e submetralhadoras que mandaram eu abaixar o vidro”, disse o motorista.

A vítima contou que o grupo, com armas apontadas para ele, pediu para que ele repassasse um recado para os demais motoristas de aplicativo que, por ventura, tivessem que fazer corridas pela região. 

“Um deles pediu para avisar para todos que trabalham como motoristas de aplicativo que quando fossem entrar na Vila Santa Cruz, independente de qualquer horário, mas principalmente a noite, que abaixassem os vidros na hora que entrassem lá, porque eles dizem que se não abaixarem os vidros eles podem atirar”, ressaltou. 

O homem afirmou que foi pressionado a passar a mensagem para os colegas de trabalho e, logo depois, foi liberado. “O negócio lá foi sério. Lá são os caras do bonde dos 40 e os caras da Vila Santa Cruz chegaram e arrodearam foi o carro, cada um armado com pistola e uma submetralhadora igual aquela da polícia. O negócio lá foi sério, mas não fizeram nada comigo, só mandaram eu ir embora e que mandasse esse recado”, disse.

Ouça o áudio:

O capitão Sousa Lima, da 2ª Companhia Independente do Promorar, é quem comanda o policiamento da região. Em entrevista ao Portal AZ, ele afirmou que ainda não tinha conhecimento dos áudios e que iria iniciar diligências no sentido de obter mais informações sobre a atuação desse grupo criminoso. 

“Infelizmente não temos a identificação desse motorista de aplicativo, queríamos até conversar com ele para saber qual foi o trecho da Vila Santa Cruz. A questão do armamento, nós já fizemos apreensões de pistola, até mesmo de policial, e calibre 12. Estamos checando essa questão de submetralhadora que ele fala aí [no áudio]. Estamos fazendo algumas diligências no local. Aqui não temos confronto de bandido com polícia, como geralmente acontece quando há a existência de uma facção criminosa. Aqui eles picham a parede, dizem que fazem parte, mas não têm aquelas ações de facções criminosas. Nós queremos apenas localizar os indivíduos principalmente na situação dessa arma [submetralhadora] que já é flagrante de delito. Não é para um cidadão comum estar andando com uma arma dessas”, explicou o policial. 

O comandante disponibilizou o contato: (86) 98851-2054 para quem tiver mais informações sobre o caso e possa colaborar com as investigações. Ele afirmou que a identidade será preservada e não será necessário abrir boletim de ocorrência.