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Enfermeiros denunciam atendimento de preso sem a presença de policiais em hospital no Piauí

Policiais teriam algemado o paciente na maca e ido embora, diz sindicato

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Piauí denunciou que profissionais da saúde realizaram o atendimento de um preso, no Hospital Regional Manoel de Sousa Santos, em Bom Jesus, sem a presença de policiais militares.

Enfermeiros denunciam atendimento de detentos em hospital sem presença de policiais (Foto: Divulgação)

O caso ocorreu no último sábado (18), quando policiais militares chegaram ao hospital com um preso ferido na perna e informaram apenas que não poderiam permanecer no local fazendo a guarda. O homem segue internado.

“Eles estavam assustados, só sabiam que o preso havia sido atingido com um tiro na perna durante troca de tiros com a polícia na cidade de Curimatá e que o homem já havia sido sentenciado a 28 anos de prisão, mas estava foragido. Não foi informado o crime que ele cometeu”, relatou o presidente do sindicato, Erick Riccely. 

Erick disse ainda que nenhum profissional é obrigado a fazer o atendimento a um preso sem a presença de uma autoridade policial que realize a segurança.

“É um verdadeiro absurdo, o criminoso deu entrada no hospital no sábado e ele permanece sem nenhum acompanhamento. Além disso, enfermeiros relataram que o preso já tentou se livrar das algemas o que demonstra o perigo que os profissionais estão correndo. Por isso, pedimos providências da direção do hospital”, disse.

O Portal AZ procurou a Polícia Militar para comentar o caso, mas até o momento não obteve retorno. 

O Sindicato dos Enfermeiros, Auxiliares e Técnicos em Enfermagem do Piauí denunciou que profissionais da saúde realizaram o atendimento de um preso, no Hospital Regional Manoel de Sousa Santos, em Bom Jesus, sem a presença de policiais militares.

Enfermeiros denunciam atendimento de detentos em hospital sem presença de policiais (Foto: Divulgação)

O caso ocorreu no último sábado (18), quando policiais militares chegaram ao hospital com um preso ferido na perna e informaram apenas que não poderiam permanecer no local fazendo a guarda. O homem segue internado.

“Eles estavam assustados, só sabiam que o preso havia sido atingido com um tiro na perna durante troca de tiros com a polícia na cidade de Curimatá e que o homem já havia sido sentenciado a 28 anos de prisão, mas estava foragido. Não foi informado o crime que ele cometeu”, relatou o presidente do sindicato, Erick Riccely. 

Erick disse ainda que nenhum profissional é obrigado a fazer o atendimento a um preso sem a presença de uma autoridade policial que realize a segurança.

“É um verdadeiro absurdo, o criminoso deu entrada no hospital no sábado e ele permanece sem nenhum acompanhamento. Além disso, enfermeiros relataram que o preso já tentou se livrar das algemas o que demonstra o perigo que os profissionais estão correndo. Por isso, pedimos providências da direção do hospital”, disse.

O Portal AZ procurou a Polícia Militar para comentar o caso, mas até o momento não obteve retorno.