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Tomaz Teixeira denuncia desonestidade da Construtora Jurema em negociação com apartamento

Jornalista fez um longo desabafo, se dizendo vítima dos empresários João e Humberto Castro

O jornalista e ex-deputado estadual, Tomaz Teixeira, está denunciando que tem sido vítima de um processo de verdadeiro esbulho praticado pela Construtora Jurema, dos irmãos do senador Marcelo Castro (João e Humberto Castro), envolvendo um apartamento comprado por ele há 20 anos que durante o pagamento das prestações era submetido a juros escorchantes, que chegavam 4% ao mês, quando o contrato era apenas de 1% mais TJLP. "300% de juros ao ano me cobraram durante cinco anos", disse Tomaz. 

Tomaz Teixeira (Foto: Jogoaberto.com)

Veja na íntegra a nota desabafo do jornalista Tomaz Teixeira: 

01) – PROCESSO Nº0005856-57.2008.8.18.0140

02) – Venho a público, pela 1ª vez usando o Portal jogoaberto.com sob meu comando, para prestar como cidadão e chefe de família, os esclarecimentos pessoais, a seguir, vítima que sou dos irmãos Castro João e Humberto, proprietários da CONSTRUTORA JUREMA.
03) – Em 2008 comprei da Construtora Jurema, leia-se, irmãos: João eHumberto Castro, o aptº nº 600 do Condomínio REMBRANDT, Nº770 na Av. Marechal Castelo Branco.
04) – O contrato incluiu um apartamento de minha propriedade, onde residia, como entrada, (COMPRADO PELA BEPOUPAR) no condomínio Mato Grosso, na rua do mesmo nome, a 100 metros da Av. Frei Serafim. Mais balões de R$30 mil todos pagos, concluídos.
05) – Observava que as prestações sempre subiam R$100,00 todos os meses, o que aumentava assustadoramente as prestações mensais. Mas, continuei pagando.
06) – Depois de 5 anos e meio, fui chamado pela Dra. Alexandra, tesoureira da Jurema, que, pedia que fosse ao Riversid SHOPPING, urgente, pois, precisava falar  comigo e com urgência.
07) – Ao chegar fiquei pasmo do que ouvi de Dra.   Alexandra, tesoureira da Construtora Jurema.
08) – Dela ouvi o seguinte: “ deputado, não mais pague prestações daquele seu apartamento á construtora JUREMA, pois, o Sr. vem sendo roubado, extorquido, desde a primeira prestação.
09) – Pedi explicações, e ela continuou: O Sr. comprou um Apartamento com juros de 1% ao mês, mais taxa TJLP, mas, desde a primeira prestação, eles lhe cobram: 4% ao mês, mais a taxa TJLP. Ora, deputado, 1% ao mês, são 12% ao ano, mais a taxa TJLP não chega a 15 ou 16% ao ano. Mas, 4% ao mês, o seu saldo com juros de 48% ano, mais a TJLP, passa de 50%, ao ano. Por isso, o Sr., já está com 5 anos que paga e não diminui nunca o seu saldo devedor. E tem mais, todas as vezes que o Sr. atraso 2 ou 3 dias para pagar a prestação, pergunto quando devo cobrar de juros e o Dr. Humberto mandava cobar mais 10% em cima da prestação pelo atraso de 2,3 dias. Uma loucura!! Um absurdo. Eu tinha pena do Sr. que não olha os cálculos e mesmo assim coitado pagava. Um assalto desumano!!!
10) – UM AGRAVANTE: Eles nunca abateram da minha dívida o valor real do apartamento Mato Grosso que dei de entrada, no Rembrandt. Venderam ao Promotor de Justiça Alceu Leite Guimarães, por R$75.000 mil à época, e disseram-me que tinham vendido por R$ 60 mil, comeram 15 mil. São honestos? Soube dessa informação do próprio promotor Alceu Leite Guimarães e de sua filha, hoje, proprietária do apto. presente do pai Alceu.
11) – Mesmo assim, não quis brigar em respeito ao colega Marcelo Castro, que me convenceu de fazer a compra do REMBRANDT. Tinha operado o coração e receberia 5 ou 10 anos de I.R. como faculta a Lei para quem opera o coração. Me  comprometendo, de pagar o saldo de uma vez.
12) – João e o irmão Humberto Castro, não esperaram, e ingressaram na Justiça, para o cancelamento do contrato de compra e venda.
13)-  Meu advogado Marcos Vinicius Furtado Coelho e seu escritório, mandou fazer os cálculos, pelo Sr. Antônio das Neves, escritório de Contabilidade conhecido em Teresina, ficando provado que aos 68% pagos, do apartamento Rembrandt,  incluindo o aptº do Mato Grosso, mais os balões, o apto. que custou,R$230 mil eu já havia pago R$ 258 mil como mostram os recibos. E como assegura isso o Gabinete do Desembargador Fernando Mendes e assinado por ele, e questionando assim: Desemb. Fernando Mendes: “ como um apto. que custou R$ 230 mil, o cidadão já pagou R$ 258 mil ele ainda deve alguma coisa?” Está no processo e assinado  pelo Desembargador Fernando mendes.
14) – Encontrei o Dr. Moisés Reis, tributarista contratado pela Jurema, ex-BNB e ex-colega meu na ALEPI, como deputado por Oeiras. E disse lhe: Moisés, pode continuar com o processo da Jurema que vou desmoralizá-los na Justiça, pois eu não devo nada daquele apartamento.  
15) – O Dr. Moisés Reis, disse-me com essas palavras: “ Tomaz, você me conhece desde o BNB quando nos reuníamos na sede do Clube do Banco e você conhece a minha conduta e o meu caráter, e fomos colegas deputados. Olha Tomaz, depois daquela audiência primeira, em que você foi sozinho e mandou o juiz sentenciar o processo contra você, pois sabia que ele juiz, era amigo deles, e citou os recibos que em todos eles provavam a sua inocência e o dolo, crime deles, contra você e a sua família, fui examiná-los e cada recibo seu, é uma prova contra eles: o contrato que é de 1% ao mês, mas taxa TJLP, realmente eles lhe cobraram durante 5 anos 4% ao mês, mais a taxa TJLP, você nunca iria acabar de pagar aquilo. Sou um profissional sério, diante da sua repulsa e ao examinar o processo, constatei que a sua denúncia era séria e real, então devolvi, à eles o processo, pois, cada recibo seu, é uma prova do dolo, furto deles, contra você. De 1% ao mês mais a taxa TJLP, realmente eles lhe cobraram durante 5 anos 4% ao mês, mais a taxa TJLP. Devolvi o processo deles Tomaz, e não mais sou o advogado deles. FIM!!!
16) – Agora para surpresa minha e de minha família, que tirei do apartamento, aluguei uma casa e me mudei para dentro do apto. para, enfrentar, os irmãos desonestos João e Humberto Castro, depois de mais de 21 anos, esse processo subindo e descendo da 1ª a 8ª Varas, apareceu um Juiz, que teve a coragem de sentenciar contra mim e corroborando com as falcatruas dos irmãos Castro, que me roubaram durante 5 anos. Uma ignomínia, que está recebendo petições e já em mãos do Desembargador Brandão, em forma de embargos, que esperamos, que suspenda essa decisão indigna, absurda e desleal, pois, até o contador Antônio das Neves, que fez os cálculos a meu favor no início do processo, há 21 anos atrás, agora, fez em favor da Jurema e o Juiz aceitou, mesmo vendo que o Sr. das Neves, fez outros cálculos contrariando os meus, feitos por ele,  no inicio do processo. Pode? E o Pior é que pode e o cidadão chefe de família tem que aceitar isso? Calado? Sem Esbravejar? Aí eu não seria mais o Tomaz Teixeira, destemido e corajoso como sou. Não recuo e nem vendo a minha dignidade à ninguém!!  
17) – Decidi prestar esses esclarecimento à opinião pública, pois como jornalista e homem público, nunca se deve fugir e temer a verdade. Pois, quem não deve não teme!!
18) – Diante desses fatos, venho a público, em nome de minha família, mulher e filhos, rogar ao TJ do Piauí, que não deixe que a empáfia, o poder financeiro e a desonestidade se sobreponha aos fatos reais, e que se faça justiça nessa causa jurídica de mais de 21 anos, e que possa vir a molestar a minha família.
19 – REVOLTA: o que mais me causa revolta e indignação, é, que: como Líder do Governo Alberto Silva, na ALEPI, e colega de bancada de Marcelo Castro, que me procurava como líder dele, para liberar junto à SERVAZ, empresa que fez a rede de esgotos de Teresina, e sublocava trechos da obra, com outras empreiteiras, para agilizar a conclusão da obra, como forma de agilizar o projeto, Marcelo se dirigia a mim, com essas palavras: “ Tomaz, como líder, mande a Agespisa, liberar mais um trecho da rede de esgoto, para os meninos meus irmãos, é uma emprezinha, firminha,  pequena, uma JUREMINHA, e eles precisam trabalhalhar!!
20) – Ora, claro, ninguém mais do que o colega Marcelo e seus irmãos tinham direito de trabalhar sim, afinal, a oligarquia daquela época, não dava chance às famílias ligadas ao PMDB de Alberto Silva e me recordo muito bem que dos deputados, Marcelo e os irmãos foram os mais aquinhoados, e liberei para a Jureminha, como ele a chamava a soma de R$ 2.100 – (Dois bilhões e cem milhões de cruzados novos) de obras, aos irmãos João e Humb erto Castro, que, diga-se de passagem, ganharam trabalhando com retidão, e nunca pedi não só prá eles, como para outros, que autorizava parte das obras, sublocadas, percentuais, ou participação em obras, por isso tive que sair da política, pois nunca aceitei ser lobista de ninguém. É mentira Marcelo?
21) – Feito esses esclarecimentos, peço desculpas aos leitores do portal jogoaberto.com, mas uso esse espaço, para defender a honra e a dignidade de minha família, ex-mulher, Maria Cecilia e meus filhos: Manoela, Gabrielle e Tomaz Filho.
É A DURA VERDADE QUE MOSTRA E REVELA O VERDADEIRO CARÁTER DOS IRMÃOS JOÃO E HUMBERTO CASTRO. Aos fatos acima reafirmo e dou fé pública.
“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”
Frase de: Rui Barbosa, em vibrante discurso no Senado Federal.
Jornalista Tomaz Teixeira, com coragem, sem medo e sem ódio!!!
Teresina, 13 de dezembro, (sexta-feira -13) de 2019.
Às 12:15 horas. A VERDADE DOA A QUEM DOER!!!
 QUEM NÃO DEVE NÃO TEME!!!!!

O jornalista e ex-deputado estadual, Tomaz Teixeira, está denunciando que tem sido vítima de um processo de verdadeiro esbulho praticado pela Construtora Jurema, dos irmãos do senador Marcelo Castro (João e Humberto Castro), envolvendo um apartamento comprado por ele há 20 anos que durante o pagamento das prestações era submetido a juros escorchantes, que chegavam 4% ao mês, quando o contrato era apenas de 1% mais TJLP. "300% de juros ao ano me cobraram durante cinco anos", disse Tomaz. 

Tomaz Teixeira (Foto: Jogoaberto.com)

Veja na íntegra a nota desabafo do jornalista Tomaz Teixeira: 

01) – PROCESSO Nº0005856-57.2008.8.18.0140

02) – Venho a público, pela 1ª vez usando o Portal jogoaberto.com sob meu comando, para prestar como cidadão e chefe de família, os esclarecimentos pessoais, a seguir, vítima que sou dos irmãos Castro João e Humberto, proprietários da CONSTRUTORA JUREMA.
03) – Em 2008 comprei da Construtora Jurema, leia-se, irmãos: João eHumberto Castro, o aptº nº 600 do Condomínio REMBRANDT, Nº770 na Av. Marechal Castelo Branco.
04) – O contrato incluiu um apartamento de minha propriedade, onde residia, como entrada, (COMPRADO PELA BEPOUPAR) no condomínio Mato Grosso, na rua do mesmo nome, a 100 metros da Av. Frei Serafim. Mais balões de R$30 mil todos pagos, concluídos.
05) – Observava que as prestações sempre subiam R$100,00 todos os meses, o que aumentava assustadoramente as prestações mensais. Mas, continuei pagando.
06) – Depois de 5 anos e meio, fui chamado pela Dra. Alexandra, tesoureira da Jurema, que, pedia que fosse ao Riversid SHOPPING, urgente, pois, precisava falar  comigo e com urgência.
07) – Ao chegar fiquei pasmo do que ouvi de Dra.   Alexandra, tesoureira da Construtora Jurema.
08) – Dela ouvi o seguinte: “ deputado, não mais pague prestações daquele seu apartamento á construtora JUREMA, pois, o Sr. vem sendo roubado, extorquido, desde a primeira prestação.
09) – Pedi explicações, e ela continuou: O Sr. comprou um Apartamento com juros de 1% ao mês, mais taxa TJLP, mas, desde a primeira prestação, eles lhe cobram: 4% ao mês, mais a taxa TJLP. Ora, deputado, 1% ao mês, são 12% ao ano, mais a taxa TJLP não chega a 15 ou 16% ao ano. Mas, 4% ao mês, o seu saldo com juros de 48% ano, mais a TJLP, passa de 50%, ao ano. Por isso, o Sr., já está com 5 anos que paga e não diminui nunca o seu saldo devedor. E tem mais, todas as vezes que o Sr. atraso 2 ou 3 dias para pagar a prestação, pergunto quando devo cobrar de juros e o Dr. Humberto mandava cobar mais 10% em cima da prestação pelo atraso de 2,3 dias. Uma loucura!! Um absurdo. Eu tinha pena do Sr. que não olha os cálculos e mesmo assim coitado pagava. Um assalto desumano!!!
10) – UM AGRAVANTE: Eles nunca abateram da minha dívida o valor real do apartamento Mato Grosso que dei de entrada, no Rembrandt. Venderam ao Promotor de Justiça Alceu Leite Guimarães, por R$75.000 mil à época, e disseram-me que tinham vendido por R$ 60 mil, comeram 15 mil. São honestos? Soube dessa informação do próprio promotor Alceu Leite Guimarães e de sua filha, hoje, proprietária do apto. presente do pai Alceu.
11) – Mesmo assim, não quis brigar em respeito ao colega Marcelo Castro, que me convenceu de fazer a compra do REMBRANDT. Tinha operado o coração e receberia 5 ou 10 anos de I.R. como faculta a Lei para quem opera o coração. Me  comprometendo, de pagar o saldo de uma vez.
12) – João e o irmão Humberto Castro, não esperaram, e ingressaram na Justiça, para o cancelamento do contrato de compra e venda.
13)-  Meu advogado Marcos Vinicius Furtado Coelho e seu escritório, mandou fazer os cálculos, pelo Sr. Antônio das Neves, escritório de Contabilidade conhecido em Teresina, ficando provado que aos 68% pagos, do apartamento Rembrandt,  incluindo o aptº do Mato Grosso, mais os balões, o apto. que custou,R$230 mil eu já havia pago R$ 258 mil como mostram os recibos. E como assegura isso o Gabinete do Desembargador Fernando Mendes e assinado por ele, e questionando assim: Desemb. Fernando Mendes: “ como um apto. que custou R$ 230 mil, o cidadão já pagou R$ 258 mil ele ainda deve alguma coisa?” Está no processo e assinado  pelo Desembargador Fernando mendes.
14) – Encontrei o Dr. Moisés Reis, tributarista contratado pela Jurema, ex-BNB e ex-colega meu na ALEPI, como deputado por Oeiras. E disse lhe: Moisés, pode continuar com o processo da Jurema que vou desmoralizá-los na Justiça, pois eu não devo nada daquele apartamento.  
15) – O Dr. Moisés Reis, disse-me com essas palavras: “ Tomaz, você me conhece desde o BNB quando nos reuníamos na sede do Clube do Banco e você conhece a minha conduta e o meu caráter, e fomos colegas deputados. Olha Tomaz, depois daquela audiência primeira, em que você foi sozinho e mandou o juiz sentenciar o processo contra você, pois sabia que ele juiz, era amigo deles, e citou os recibos que em todos eles provavam a sua inocência e o dolo, crime deles, contra você e a sua família, fui examiná-los e cada recibo seu, é uma prova contra eles: o contrato que é de 1% ao mês, mas taxa TJLP, realmente eles lhe cobraram durante 5 anos 4% ao mês, mais a taxa TJLP, você nunca iria acabar de pagar aquilo. Sou um profissional sério, diante da sua repulsa e ao examinar o processo, constatei que a sua denúncia era séria e real, então devolvi, à eles o processo, pois, cada recibo seu, é uma prova do dolo, furto deles, contra você. De 1% ao mês mais a taxa TJLP, realmente eles lhe cobraram durante 5 anos 4% ao mês, mais a taxa TJLP. Devolvi o processo deles Tomaz, e não mais sou o advogado deles. FIM!!!
16) – Agora para surpresa minha e de minha família, que tirei do apartamento, aluguei uma casa e me mudei para dentro do apto. para, enfrentar, os irmãos desonestos João e Humberto Castro, depois de mais de 21 anos, esse processo subindo e descendo da 1ª a 8ª Varas, apareceu um Juiz, que teve a coragem de sentenciar contra mim e corroborando com as falcatruas dos irmãos Castro, que me roubaram durante 5 anos. Uma ignomínia, que está recebendo petições e já em mãos do Desembargador Brandão, em forma de embargos, que esperamos, que suspenda essa decisão indigna, absurda e desleal, pois, até o contador Antônio das Neves, que fez os cálculos a meu favor no início do processo, há 21 anos atrás, agora, fez em favor da Jurema e o Juiz aceitou, mesmo vendo que o Sr. das Neves, fez outros cálculos contrariando os meus, feitos por ele,  no inicio do processo. Pode? E o Pior é que pode e o cidadão chefe de família tem que aceitar isso? Calado? Sem Esbravejar? Aí eu não seria mais o Tomaz Teixeira, destemido e corajoso como sou. Não recuo e nem vendo a minha dignidade à ninguém!!  
17) – Decidi prestar esses esclarecimento à opinião pública, pois como jornalista e homem público, nunca se deve fugir e temer a verdade. Pois, quem não deve não teme!!
18) – Diante desses fatos, venho a público, em nome de minha família, mulher e filhos, rogar ao TJ do Piauí, que não deixe que a empáfia, o poder financeiro e a desonestidade se sobreponha aos fatos reais, e que se faça justiça nessa causa jurídica de mais de 21 anos, e que possa vir a molestar a minha família.
19 – REVOLTA: o que mais me causa revolta e indignação, é, que: como Líder do Governo Alberto Silva, na ALEPI, e colega de bancada de Marcelo Castro, que me procurava como líder dele, para liberar junto à SERVAZ, empresa que fez a rede de esgotos de Teresina, e sublocava trechos da obra, com outras empreiteiras, para agilizar a conclusão da obra, como forma de agilizar o projeto, Marcelo se dirigia a mim, com essas palavras: “ Tomaz, como líder, mande a Agespisa, liberar mais um trecho da rede de esgoto, para os meninos meus irmãos, é uma emprezinha, firminha,  pequena, uma JUREMINHA, e eles precisam trabalhalhar!!
20) – Ora, claro, ninguém mais do que o colega Marcelo e seus irmãos tinham direito de trabalhar sim, afinal, a oligarquia daquela época, não dava chance às famílias ligadas ao PMDB de Alberto Silva e me recordo muito bem que dos deputados, Marcelo e os irmãos foram os mais aquinhoados, e liberei para a Jureminha, como ele a chamava a soma de R$ 2.100 – (Dois bilhões e cem milhões de cruzados novos) de obras, aos irmãos João e Humb erto Castro, que, diga-se de passagem, ganharam trabalhando com retidão, e nunca pedi não só prá eles, como para outros, que autorizava parte das obras, sublocadas, percentuais, ou participação em obras, por isso tive que sair da política, pois nunca aceitei ser lobista de ninguém. É mentira Marcelo?
21) – Feito esses esclarecimentos, peço desculpas aos leitores do portal jogoaberto.com, mas uso esse espaço, para defender a honra e a dignidade de minha família, ex-mulher, Maria Cecilia e meus filhos: Manoela, Gabrielle e Tomaz Filho.
É A DURA VERDADE QUE MOSTRA E REVELA O VERDADEIRO CARÁTER DOS IRMÃOS JOÃO E HUMBERTO CASTRO. Aos fatos acima reafirmo e dou fé pública.
“De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver crescer a injustiça; de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”
Frase de: Rui Barbosa, em vibrante discurso no Senado Federal.
Jornalista Tomaz Teixeira, com coragem, sem medo e sem ódio!!!
Teresina, 13 de dezembro, (sexta-feira -13) de 2019.
Às 12:15 horas. A VERDADE DOA A QUEM DOER!!!
 QUEM NÃO DEVE NÃO TEME!!!!!