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Eduardo Bolsonaro compara tomar vacina com tratamento de viciados em crack

O filho '03' de Jair Bolsonaro usou as redes sociais, nesta terça-feira (15/6), para discursar contra a vacinação obrigatória

O filho ‘03’ do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), usou as redes sociais, nesta terça-feira (15/6), para afirmar que é contra a vacinação obrigatória contra a covid-19 no Brasil. 

Eduardo Bolsonaro compara tomar vacina com tratamento de viciados em crack (Foto: Agência Brasil)

O deputado comparou os viciados em crack e o tratamento compulsório com as pessoas que não querem tomar a vacina e são obrigadas.

“Viciado em crack não pode ser compulsoriamente tratado, mas você tem que ser obrigado a tomar vacina. Complicado…”, escreveu.

No Brasil, por 10 votos a 1, o Plenário do Supremo Tribunal (STF) estabeleceu a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19, com a ressalva de que as pessoas não sejam forçadas a se imunizar.

Quem não tomar a vacina pode sofrer algumas sanções, conforme previsão em lei.

Durante a pandemia da covid no Brasil, a família Bolsonaro vem tendo atitudes "negacionistas". O presidente Jair Bolsonaro chegou até mesmo a negar a compra de vacinas e citou uma supernotificação de mortes no país.

Além disso, Bolsonaro é a favor do tratamento precoce e o uso de remédios que não tem comprovação científica contra a covid-19.

O filho ‘03’ do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), usou as redes sociais, nesta terça-feira (15/6), para afirmar que é contra a vacinação obrigatória contra a covid-19 no Brasil. 

Eduardo Bolsonaro compara tomar vacina com tratamento de viciados em crack (Foto: Agência Brasil)

O deputado comparou os viciados em crack e o tratamento compulsório com as pessoas que não querem tomar a vacina e são obrigadas.

“Viciado em crack não pode ser compulsoriamente tratado, mas você tem que ser obrigado a tomar vacina. Complicado…”, escreveu.

No Brasil, por 10 votos a 1, o Plenário do Supremo Tribunal (STF) estabeleceu a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19, com a ressalva de que as pessoas não sejam forçadas a se imunizar.

Quem não tomar a vacina pode sofrer algumas sanções, conforme previsão em lei.

Durante a pandemia da covid no Brasil, a família Bolsonaro vem tendo atitudes "negacionistas". O presidente Jair Bolsonaro chegou até mesmo a negar a compra de vacinas e citou uma supernotificação de mortes no país.

Além disso, Bolsonaro é a favor do tratamento precoce e o uso de remédios que não tem comprovação científica contra a covid-19.