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Homem do Norte impressiona pelo realismo

O selvagem O Homem do Norte (em cartaz nos cinemas de Teresina) sem dúvida será a experiência  mais radical que você vai ver nos cinemas desse ano. O diretor Robert Eggers (A Bruxa, O Farol) não tem pena de ninguém numa overdose de violência, feitiçaria e excessos para narrar uma história viking com sangue , suor e lágrimas.

O Príncipe Amleth (A. Skaasgard, furioso com um físico maior que seu papel em Tarzan de 2016) está prestes a se tornar um homem quando seu tio assassina seu pai e sequestra sua mãe (Nicole Kidman, Oscar por As Horas).  Duas décadas depois, o jovem é agora um viking com a missão de salvar a mãe, matar o tio e vingar seu pai numa Islândia brutal com seus vikings violentos, bruxarias e muito sangue em sequencias brutais.

Os ecos de Hamlet (adaptado pro cinema nos anos de 1948, 1968, 1990 e 1996) peça  de William Shakespeare são cortados de forma radical já que a história toma rumos inesperados e anti-convencionais para um pretenso block buster (custou 90 milhoes). 

 A  violência principalmente no primeiro clímax me deixaram um pouco chateado mas o produto final é louvável e temos aqui o segundo melhor filme do ano, atrás é  claro de Batman com Robert Pattinson.  Eggers ainda  não é nenhum Kubrick (Spartacus, 2001, Laranja Mecânica, O Iluminado e Nascido para Matar)  mas tá no rumo.

O selvagem O Homem do Norte (em cartaz nos cinemas de Teresina) sem dúvida será a experiência  mais radical que você vai ver nos cinemas desse ano. O diretor Robert Eggers (A Bruxa, O Farol) não tem pena de ninguém numa overdose de violência, feitiçaria e excessos para narrar uma história viking com sangue , suor e lágrimas.

O Príncipe Amleth (A. Skaasgard, furioso com um físico maior que seu papel em Tarzan de 2016) está prestes a se tornar um homem quando seu tio assassina seu pai e sequestra sua mãe (Nicole Kidman, Oscar por As Horas).  Duas décadas depois, o jovem é agora um viking com a missão de salvar a mãe, matar o tio e vingar seu pai numa Islândia brutal com seus vikings violentos, bruxarias e muito sangue em sequencias brutais.

Os ecos de Hamlet (adaptado pro cinema nos anos de 1948, 1968, 1990 e 1996) peça  de William Shakespeare são cortados de forma radical já que a história toma rumos inesperados e anti-convencionais para um pretenso block buster (custou 90 milhoes). 

 A  violência principalmente no primeiro clímax me deixaram um pouco chateado mas o produto final é louvável e temos aqui o segundo melhor filme do ano, atrás é  claro de Batman com Robert Pattinson.  Eggers ainda  não é nenhum Kubrick (Spartacus, 2001, Laranja Mecânica, O Iluminado e Nascido para Matar)  mas tá no rumo.

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