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Permissionários do transporte alternativo de Teresina denuciam precariedades ao Ministério Público

Em audiência, trabalhadores elencaram problemas que atingem o Bem Viver I e II

Permissionários do transporte alternativo (vans) denunciaram em audiência com o Ministério Público do Piauí (MPPI) problemas para a prestação do serviço aos moradores do Residenciais Bem Viver I e II. 

Em audiência, trabalhadores elencaram problemas que atingem o Bem Viver I e II (Foto:Wilson Nanai/Portal AZ )

Na ocasião, os trabalhadores pontuaram falta de subsídio durante a pandemia e má qualidade dos transportes. Eles destacaram que não estão incluídos no sistema de integração de Teresina e que o preço da passagem aumentou nos últimos anos e a demanda reduziu, enfatizando que as vias públicas de acesso ao Bem Viver não oferecem condições para a circulação das vans. Entre outras questões, foi ressaltado que a demanda de passageiros é insuficiente para os custos de manutenção dos veículos. 

Os profissionais detalharam que, durante a pandemia, a quantidade de passageiros reduziu bastante e não existem subsídios do poder público municipal que sirvam para arcar com as diferenças entre a arrecadação com as passagens e os custos do transporte, sendo assim necessária uma reestruturação do sistema. 

Conforme o MMPI, um dos permissionários enfatizou que para minimizar as reclamações dos passageiros é necessário o asfaltamento das ruas do residencial, implantação do transporte coletivo convencional e auxílio das vans do transporte alternativo.

Permissionários do transporte alternativo (vans) denunciaram em audiência com o Ministério Público do Piauí (MPPI) problemas para a prestação do serviço aos moradores do Residenciais Bem Viver I e II. 

Em audiência, trabalhadores elencaram problemas que atingem o Bem Viver I e II (Foto:Wilson Nanai/Portal AZ )

Na ocasião, os trabalhadores pontuaram falta de subsídio durante a pandemia e má qualidade dos transportes. Eles destacaram que não estão incluídos no sistema de integração de Teresina e que o preço da passagem aumentou nos últimos anos e a demanda reduziu, enfatizando que as vias públicas de acesso ao Bem Viver não oferecem condições para a circulação das vans. Entre outras questões, foi ressaltado que a demanda de passageiros é insuficiente para os custos de manutenção dos veículos. 

Os profissionais detalharam que, durante a pandemia, a quantidade de passageiros reduziu bastante e não existem subsídios do poder público municipal que sirvam para arcar com as diferenças entre a arrecadação com as passagens e os custos do transporte, sendo assim necessária uma reestruturação do sistema. 

Conforme o MMPI, um dos permissionários enfatizou que para minimizar as reclamações dos passageiros é necessário o asfaltamento das ruas do residencial, implantação do transporte coletivo convencional e auxílio das vans do transporte alternativo.